Guitarradas de Fado
music from the soul of portugal

 

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Helder Carvalheira

Helder Carvalheira toca música deste os quatro anos de idade, quando se auto ensinou a tocar o acordeão para entreter a família e amigos.  Quando tinha nove anos, principiou a tocar o trombone, e quando tinha onze anos já tocava música Jazz no trombone participando em concursos envolvendo grandes bandas desse género musical, e nos quais conseguiu prémios de solista desse instrumento com menos de catorze anos.  

Foi nessa altura que construíu o seu “kit” de bateria, utilizando latas de café e caixotes, tocando inicialmente Jazz, seguido de Rock e Pop.  Passou um ano, e o Helder principiou a tocar em bandas ou conjuntos de Jazz, Rock e finalmente conjuntos de dança Portuguesas.  Quando tinha quinze anos, aprendeu a tocar o baixo eléctrico, mais uma vêz participando em competição com outros conjuntos de Jazz antes de se aventurar a novos  estilos musicais.  Aos dezasseis anos, o Helder já tocava regularmente em conjuntos musicais comprindo contractos.   Pouco tempo depois, gravava as suas primeiras faixas como bateria e trombone de estúdio, e quando completou os dezoito anos, colaborou como músico em quatro álbuns e “jingles” comerciais.

Helder tinha aquela força de vontade e até podemos aqui dizer, necessidade de expandir os seus conhecimentos musicais, e foi então que aprendeu a tocar a guitarra eléctrica e o piano.  No princípio dos seus anos vinte, o Helder tocava simultaneamente em vários conjuntos, tocando vários instrumentos, em adição aos seus trabalhos e responsabilidades de estúdio.

Depois de terem passados alguns anos trabalhando no estúdio e correspondentes gravações, o Helder deu início á sua carreira de productor discográfico.  Em 1985 produziu as composições “Porque Sorrimos” e  “Vida Portuguesa” em disco com a participação de Luís Sousa.  As composições foram também coadjuvadas pelo seu irmão Alcino e gravações alcançaram grande êxito no mercado Português nos Estados Unidos e deve-se ao Helder o criar e formalizar uma linha de produção discográfica profissional a qual foi adoptada por outros nas gravações da música Pop Portuguesa que seguiram.  

Entretanto, o Helder continuava trabalhando nos palcos, eventualmente como membro do conjunto “Nóva Era” como musico de teclados e guitarra eléctrica.  Foi nesse conjunto que pela primeira vêz trabalhou com João Cardadeiro.  Finalmente formou o conjunto “Meia Noite”, conjunto que foi considerado o mais popular no mercado Português daquela epoca.  Tocou também o baixo eléctrico no grupo “Amigos da Horta” com José Elmiro Nunes, como principal cartaz em 1988 na “Semana do Mar”, festa que anualmente se realiza na cidade da Horta, ilha do Faial, Açores.  

Em 1992, fêz parte dos estúdios Montage como produtor e engenheiro, trabalhando com diversos estilos de música, incluindo Rock, R&B, Metal, Country e Musica Portuguesa.  Após ter trabalhado em conjuntos e gravações durante quinze anos, a tempo inteiro, o Helder decidiu por dois anos afastar-se da música e refocar as suas energias nos seus interesses, enfim, na sua vida.  Tempos depois voltou ao territorio musical, muito familiar para ele, o adorado Jazz, produzindo então uma colecção nos estilos musicais “New Age” e “Jazz” a que deu o nome de “Past Midnight”.  

Em 1996 o Helder, quando se encontrava na capital de Portugal, cidade de Lisboa e na casa de fados Parreirinha de Alfama, teve a sua primeira dose da chamada canção nacional por excelência, e ficou imediatamente encantado, porém, notou que a guitarra Portuguesa parecia ser o instrumento mais difícil de tocar que jamais encontrara.   Contudo, dois anos depois, conseguiu adquirir a sua primeira guitarra Portuguêsa, mas não foi até ao ano 2000 que seriamente dedicou todo o seu talento, energia e força de vencer a guitarra Portuguesa e a essa música melodiosa e mística, o nosso Fado.   Depois, nos princípios de 2001, estreou-se no palco com o seu novo instrumento, com outros músicos e fadistas, finalmente juntando-se com o violista Manuel Escobar e o viola-baixo João Cardadeiro, e hoje aqui estamos . . .

 

 

 

Ao tocar o fado com a guitarra Portuguesa, o Helder finalmente encontrou o instrumento que expõe ao público as profundezas da sua alma através da música.

In playing Fado with the Guitarra Portuguesa, he has finally found the instrument that exposes the deepest reaches of his soul through music.

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